Cai a noite em Ponte de Lima

Cai a noite em Ponte de Lima

As conversas que se tinham interrompido quando saímos do jardim do Paço de Calheiros deram lugar à tranquilidade e à contemplação das luzinhas do Vale do Lima.

O dia foi de caminhada.

Percorremos a secção do Caminho Português de Santiago que parte de Ponte de Lima em direção a Rubiães, mas a meio do trilho direccionámo-nos para o Paço de Calheiros onde fomos pernoitar.

O grupo de caminhantes norteamericanos tomou contacto com o Caminho após um belíssimo almoço em Ponte de Lima onde tiveram oportunidade também de caminhar na vila.

Esteve um dia de calor intenso e, após o banho e o repouso merecido, é tempo de nos voltarmos a reunir e provar o vinho verde da região.

Sentados nos jardins do Paço de Calheiros, vemos o pôr-do-sol que ilumina o rio Lima com os seus últimos raios de luz deste dia memorável.

O grupo perde-se em corversas animadas e as gargalhadas fazem-nos esquecer o cansaço do dia.

O cair da noite convida-nos a entrarmos no solar onde já temos alguns aperitivos à nossa espera. O chouriço fumado, a chouriça de cebola, a marmelada caseira e outras delícias são iressistíveis … todos damos umas merecidas facadas na boa dieta.

As conversas que se tinham interrompido quando saímos do jardim do Paço de Calheiros deram lugar à tranquilidade e à contemplação das luzinhas do Vale do Lima.

Ouvimos o tilintar da concha da soupa, são horas de jantar.

Foi um belíssimo dia e que venham mais destes.

Carpe diem.

David Monteiro

This Post Has 2 Comments

  1. Olá David! Ponte de Lima é lindíssima. Mas eu tenho uma espécie de trauma com a terra. É que, no tempo em que os animais falavam, em 1983, tive lá um acidente grave de automóvel em que eu e a minha ex íamos batendo a bota. Só lá voltei uma ou duas vezes e foi de passagem. Um dia destes tenho de lá ir e ficar, para “superar o trauma” AbraçoAntónio 

    António Simões do Paço Investigador do Instituto de História Contemporânea, UNL http://www.ihc.fcsh.unl.pt/pt/ihc/investigadores/item/1096-aapaco

    1. Caro António, a ideia agrada-me imensamente 🙂 nada melhor que comer um valente Arroz de Sarrabulho para curar esse trauma e, naturalmente, faremos uma belíssima caminhada para “desmoer” 🙂 tenho um projeto há muito adiado de fazer uns percursos no Minho e Montesinho que seguramente terá adeptos 🙂 terei uma série de viagens até Novembro mas depois disso poderemos tratar desse projeto 🙂

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